segunda-feira, 13 de maio de 2013
Nossa Senhora de Guadalupe
domingo, 12 de maio de 2013
Nossa Senhora do Bom Parto - Dia das Mães
Belo Horizonte, 12 de Maio de 2013, Feliz dia das Mães!
sábado, 11 de maio de 2013
Nossa Senhora da Glória
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Nossa Senhora de Luján
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Nossa Senhora do Líbano
terça-feira, 7 de maio de 2013
Nossa Senhora da Saúde
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Nossa Senhora do Equilíbrio
domingo, 5 de maio de 2013
Nossa Senhora Mãe da Igreja
sábado, 4 de maio de 2013
Nossa Senhora Rainha dos Anjos
sexta-feira, 3 de maio de 2013
Nossa Senhora de La Salette
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Nossa Senhora da Cabeça
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Maio, mês de Maria
Estamos no mês de maio. Mês dedicado à Mãe de Deus. Percebo que muito pouco sei a respeito da Mulher que o Senhor escolheu para ser Mãe de Seu Filho Jesus. E quanto mais percebo-me distante dela, mais compreendo que preciso estar perto. É pela Graça de estar junto à Virgem Maria, que podemos ser mais santos.
Maria é por excelência nossa intercessora junto ao Pai. É por ela, que Jesus foi concebido; foi por sua intercessão que o milagre de Caná, pode acontecer. E foi por estar junto de seu Filho no caminho do Calvário, que ambos tiveram força para suportar a dor e o sofrimento da Cruz.
Maria, ensina-nos a caminhar com Jesus! Interceda por nós! E que ao final deste Maio, possamos conhecer-te mais e assim venerá-la com toda fé e amor.
Amém.
Belo Horizonte, 01 de Maio de 2013
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Harmonia da Alma e do Corpo
quinta-feira, 26 de julho de 2012
A Evolução Religiosa no Brasil: O Arrefecimento do Catolicismo
A Evolução Religiosa no Brasil: as “Meias Verdades”
sexta-feira, 13 de julho de 2012
A Escusa do Guma
terça-feira, 8 de maio de 2012
A Descriminalização do Aborto de Anencéfalos Parte 2: Tristes Conclusões
O período pascal tem servido ao propósito de infindáveis reflexões. Dissensões pessoais que não couberam na quaresma e vieram parar no tempo da alegria. Por algumas razões. Impressionou-me o fato da aprovação do aborto pela Suprema Corte, ter acontecido justamente nas oitavas da Páscoa. Terrível. Estranheza também me causou o apelo midiático a aprovação do primeiro passo a cultura da morte em nosso país. E o que veio a seguir, discussões bioéticas, teológicas, omissão dos legisladores... náusea.
Tenho percebido com sincera tristeza a degradação humana e moral no Brasil. País abençoado por Deus, onde a Graça habita, um país santo e de muita fé. Mas que vem sendo vilipendiado por verdadeiras aves de rapina, travestidas de autoridades e posses. Discute-se o aborto no país onde o adulto já não tem direito à vida garantido pela lei. E pouca gente pensa nisso. Mas aventure-se sair num fim de semana a noite pelas ruas das cidades, de carro. Um bêbado ao volante pode te achar como alvo. Cadê o seu direito à vida?
O argumento dos abortistas é a infame retórica do direito de escolha da mulher. Mas mulher, que escolhas você tem? Você escolhe o salário que vai ganhar, a aposentadoria que vai ter? Você escolhe, para os filhos que escolher ter, o futuro que terão? Você pode escolher o melhor para os seus? Mesmo se você, for "abençoada" pelo sistema, você pode escolher seu amanhã? Mulher, você mulher que pensa em ter o direito de decidir pelo aborto ou não, você pode escolher viver sem o remorso? Você pode escolher não ter sangue correndo em suas veias, nem coração, somente razão? Você pode escolher viver sem alma? Abortistas, fora com a falácia de vocês!
A quem interessa a cultura de morte no Brasil?
Aos mesmos que se locupletam no sistema. Aqueles que vivem às custas das benesses dos poderosos, puxa-sacos e bajuladores. Covardes que não têm receio em esconder debaixo do tapete os pecados dos seus protegidos. Idiotas que defendem a morte sem ao menos pensar que a morte um dia atravessa a vida. E custa caro, muito caro! Um preço maior que as posses de vocês! Fora com vocês covardes!
Tento imaginar a perplexidade do Bom Senhor em sempre dar o melhor para esse povo e em troca sempre receber o pior. Como é triste perceber que não aprendemos nada! Como é triste saber que mesmo na Igreja, não aprendemos nada! Somos tolos a ponto de aceitar que os falsos pastores nos conduzam. E aqui cabe um fato: o homem que se diz mais poderoso deste Estado, prepara-se para apoiar um católico da Renovação Carismática de um lado e um neopentecostal de outro, na luta pela prefeitura de Belo Horizonte. E tudo por que? Porque é mais conveniente a seus projetos rumo ao Palácio do Planalto... Como é triste ver que os caras que decidem nossas vidas, as decidem mediante suas próprias conveniências.
Outro fato: casal processa padre por recusar-se a batizar o filho. A notícia correu Belo Horizonte neste final de semana. A Igreja considera inadequada a postura do padre. Mas antes de dizê-lo, porque a Igreja não acolhe esta família, que desconhece o real sentido do Batismo, desejando-o somente por conta da tradição de ter seus familiares sempre batizados naquela Paróquia? Porque ninguém aparece para orientar o casal a respeito da fé e da necessidade de se viver o matrimônio cristão, de se viver conforme Deus nos ensinou, conforme nos ensina o catecismo, a doutrina de nossa fé? Por maior que possa ser o erro do padre em recusar-se a batizar (e em minha ignorante posição seu erro é mínimo), o mesmo deveria, juntamente com a família ser acolhido pela Igreja.
E pra terminar só mais um fato: reconhecida personalidade do meio católico, um sacerdote, admirado por milhões de brasileiros, cobra mais de cem reais em um show. Será esta a evangelização que este povo precisa? Será que o povo de Deus pode pagar por ela?
Pensar nestes fatos e situações, me faz refletir no quanto a humanidade está distante de Deus. Pensar na cultura da morte, nos efeitos do aborto e da eutanásia para a sociedade brasileira é ver apenas a ponta do iceberg na qual nossa embarcação está para colidir. Vejo com tristeza que a falta do diálogo, da informação, da evangelização, está fazendo com que o jovem consuma cada vez mais o álcool e deste às drogas se faz um pulo. A falta desse diálogo cristão, faz com que os casais cogitem não aceitar o(a) filho(a) que o Senhor lhes deu. Uma vida é uma vida. A partir da concepção. Mas a falta deste diálogo é algo que assombra, entristece. O que estamos fazendo em favor da vida? É o mesmo que estamos fazendo em favor do diálogo cristão, da evangelização. É o mesmo que estamos fazendo em relação ao papel de aproximarmos nosso próximo de Deus.
Pensemos nisso.
Belo Horizonte, 08 de maio de 2012.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
A Descriminalização do Aborto de Anencéfalos Parte 1: Transferimos o Poder a Eles
Por Deiber Nunes Martins
Acompanhei com sincera expectativa a decisão da Suprema Corte brasileira sobre um tema polêmico: o aborto. No caso em questão, o de crianças anencéfalas. No primeiro dia de julgamento, goleada dos abortistas, 5 votos contra 1 em favor da vida. Mas este voto único do primeiro dia, pertencente ao ministro Ricardo Lewandovski, foi muito bem argumentado. O que gerou certa esperança de que os demais ministros fossem acompanhá-lo. Dolorosa ilusão, para aqueles que ainda esperavam da justiça uma palavra em favor da vida. Dos 4 votos que faltavam, apenas o último, do ministro César Peluso foi categórico a favor da vida. Os 3 primeiros, defenderam o aborto, de forma até surreal, com o ministro Ayres Brito chegando ao cúmulo de dizer que o embrião não é um ser humano e que seria um ato de amor, abortar.
Causa estranheza entretanto, não o fato dos ministros decidirem a questão mas o precedente. Sim, porque no Estado democrático que vivemos cabe ao Poder Legislativo o mérito de definir a vida e seus limites. Cabe ao Poder Legislativo, as decisões sobre todas as demandas da sociedade. E neste caso, latente omissão por parte dos parlamentares foi verificada. E a Poder Judiciário, de forma até anti-democrática, coube a incumbência de decidir sobre a questão. E este o fez, sem rodeios.
O aborto antes de mais nada é um atentado contra vida de um indefeso. Isto é fato. Independente de religião, de crença, é um ato que gera traumas para a mãe pois interfere na lei natural dos seres humanos. De modo que para uma mãe de verdade, não é preciso ser católica ou de qualquer outra religião para entender que abortar seu filho, gerará dor e sofrimento pelo resto da vida. Mesmo assim, os abortistas, de forma capciosa utilizaram-se do argumento do sofrimento, da tortura, para defenderem o aborto nos casos de anencefalia. Esqueceram de argumentar sobre a lei natural da vida. Lei a qual os doutores da lei não podem dominar.
Entrando no âmbito da Igreja, vejo que a Igreja Católica, assim como as demais denominações cristãs que lutam em favor da vida, contra o aborto, o têm feito de forma desastrada, desorganizada. Não percebem o quão manipuladas têm sido por uma minoria que detém o controle do sistema. Minoria esta disposta a fazer de tudo, para permanecer no poder. Há que se lembrar que o segundo turno da última eleição presidencial resumiu-se na frívola discussão sobre o aborto, com os dois candidatos disputando quem era menos abortista que o outro, para então abarcar os votos dos fiéis.
Neste ambiente político, deputados e senadores elegeram-se dentro das Igrejas e seitas com votos de fiéis preocupados com o avanço da cultura da morte no país. Agora, que um sindicato de profissionais de saúde inicia o debate sobre o aborto de anencéfalos, estes políticos se calam, evitando chamar pra si a responsabilidade de levar a discussão para o plenário e assim, legislarem contra ou a favor da matéria. Mas o medo da opinião pública, ilustrado não só na pressão popular, mas acima disso até, de setores da mídia e da minoria que chefia o sistema, fez com que transferissem esta decisão para os ministros do Supremo. O objeto da discussão é mascarado e passa a ser uma demanda judicial. Tudo para a manutenção do poder. Tudo para alimentar o sistema.
Como exemplo disso, temos a participação de um deputado federal aqui de Minas, militante da Igreja Católica, em um programa de rádio, manifestando-se de forma lacônica e pouco convincente contra o aborto. Ora, se este deputado, eleito por fiéis de sua Igreja para defender os princípios que a norteiam, gagueja na hora de fazê-lo publicamente, é sinal que algo anda errado. É sinal de que os representantes eleitos não estão de fato comungando dos mesmos interesses de seus eleitores. E então se escondem atrás do Judiciário, para não se comprometerem.
O povo brasileiro, independente de sua crença, está nas mãos de salteadores que, a serviço de uma minoria que prega a cultura da morte traem os ideais daqueles que os elegeram. Estes deputados, senadores, salteadores, fingem-se servos do Senhor, mas são na verdade, servos do sistema. O sistema que defende a cultura da morte de forma lenta, gradual e politicamente correta, para não assustar os incautos. Sistema este que oprime o povo brasileiro, obrigando-o a aceitar senhores de quinta categoria, cingidos em togas e vestimentas reais a decidirem sobre questões que caberiam a nós, pela prerrogativa do voto. Mas o sistema é esperto. E sabe que precisa agir também no voto de cada um, para se perpetuar sistema. Por isso, é preciso que a sociedade se manifeste, escolhendo melhor seus representantes. E aqui, falo para minha Igreja Católica, é preciso uma participação mais incisiva do clero, evangelizando, e orientando os fiéis na escolha do voto. Não como tem feito hoje em dia, lançando leigos engajados e até sacerdotes como candidatos políticos. Mas como fonte de saber e formadora de opinião.
Hoje, aprovaram o aborto de anencéfalos, sob a égide de uma falsa liberdade de escolha da mulher. Talvez mais tarde, aprovem a eutanásia, como Holanda e Bélgica o fizeram, obrigando os idosos a morrerem em casa, visto que nos hospitais se faz dever dos médicos matá-los, para reduzir os custos para o Estado. Hoje, são as crianças que têm seu direito a vida questionado. Quem será amanhã?
Belo Horizonte, 13 de abril de 2012.















