quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

47º dia, Nossa Senhora da Atocha


Por Deiber Nunes Martins
A Espanha sempre teve muito carinho e devoção com a Mãe de Deus (Theotókos). Por isso, o sumiço da imagem de Maria Mãe de Deus causou assombro e desespero em muitas pessoas, entre elas, um fervoroso devoto de Nossa Senhora, de nome Gracian Ramirez.
Era tempo das invasões muçulmanas e o povo espanhol sofria severa repressão. A prática da religião cristã, só era permitida dentro das igrejas e de forma secreta. Por conta dessa repressão dos muçulmanos, Gracian entrou em desespero quando chegou à Capela e não encontrou a imagem da Mãe de Deus no altar. Imaginou ele que a perseguição dos muçulmanos recrudescera e que por isso, sua esposa e filha sofreriam as mais atrozes violências, da parte do inimigo. Assim, em desespero, matou-as a fio de espada, para livrá-las daquele infortúnio. Em seguida, se pôs junto a outros fiéis na procura da imagem venerada.
Algum tempo depois, os devotos encontraram a imagem da Mãe de Deus no meio de uma plantação de Atochas, que são uma espécie de gramínea, cultivada para a cura de algumas enfermidades. Jubilosos, tentaram retirar do meio das atochas a imagem de Nossa Senhora, porém sem sucesso. Perceberam então, que ali deveriam construir uma capela para Maria.
O comandante das tropas muçulmanas, entretanto, ao ver aquela aglomeração no meio da plantação das atochas, partiu para o ataque com seus exércitos, julgando ser aquele um movimento de sublevação do povo espanhol. O povo, inclusive Gracian Ramirez partiu para a contra-ofensiva, derrotando bravamente todo o exército muçulmano. O povo compreendeu a vitória como mais um dos milagres de Nossa Senhora e pôs-se a festejar, a exceção de Ramirez.
Este, desolado, voltou até o lugar onde a imagem estava, presa às atochas, para rezar pelas almas de sua mulher e filha. E para sua surpresa, tão logo chegou ao local, encontrou as duas, de joelhos, rezando e agradecendo a intervenção da Mãe de Jesus. A princípio, não quis ele acreditar, mas tão logo sua esposa e sua filha acorreram a ele, percebeu que de fato elas estavam vivas e que aquele era mais um dos milagres da Mãe de Deus. A partir de então, o povo daquela região espanhola passou a reconhecer Nossa Senhora com um novo título: Nossa Senhora da Atocha.
OREMOS:
Quão grandiosos são os feitos, oh Mãe, que o Senhor faz por vossa intercessão. Ajuda-nos, Maria a compreender que Jesus Cristo vosso Filho é o Senhor e que com Ele no comando, nada precisamos temer. Ajuda-nos, óh Mãe, a crer na Providência Divina e assim não temermos nenhuma crise ou nenhuma maldade dos nossos governantes.
Nossa Senhora da Atocha, velai por nós!
REFERÊNCIAS:
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo, SP: Ed. Paulus, 2014.
Portal do Santuário Nacional de Aparecida, disponível em http://www.a12.com/santuario-nacional/formacao/detalhes/nossa-senhora-da-atocha 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

46º dia, Nossa Senhora do Sameiro


Por Deiber Nunes Martins
O Monte Sameiro, situado ao norte de Portugal, era até o final da Primeira Guerra, o local de peregrinação mariana mais conhecido no mundo. Pe. Martinho, vigário de Braga, mandou colocar, em 1871, no cume da montanha, no alto do Monte Sameiro, uma imagem de Nossa Senhora da Conceição. A belíssima imagem, trazia Nossa Senhora com a mão direita no peito e a esquerda erguida, abençoando as terras aos pés daquele monte.
Já em 1871, na primeira peregrinação, ocorrida em junho, mais de 60 mil pessoas subiram ao monte, indicando que ali seria um local de constante visitação. Assim, não demorou a ser construída uma capela em honra a Virgem do Sameiro.
OREMOS:
Oh Maria Concebida sem Pecado, rogai por nós que recorremos a Vós! Afastai de nós, oh Mãe, toda maldade do mundo. Fazei com que tenhamos um coração manso e humilde como o de Cristo e que assim saibamos acolher aos mais pobres e desfavorecidos. Virgem do Sameiro, olhai por aqueles que estão desamparados, por aqueles a quem as leis dos homens não alcançam.
Nossa Senhora do Sameiro, velai por nós!
REFERÊNCIA:
Site “Maria, Mãe da Igreja”, disponível em http://www.mariamaedaigreja.net/textos/Nossa%20Senhora%20do%20Sameiro%20(1871)%20Morro%20Sameiro%20Portugal.pdf, acessado em 27/12/2016 às 17h41min.



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

45º dia, Nossa Senhora de Bistrica


Por Deiber Nunes Martins
Bistrica é uma vila ao norte de Zagreb, na Croácia. Em meados do século XV, a imagem de Nossa Senhora foi escondida na parede da igreja de Marija Bistrica e lá ficou esquecida, até 1684, quando foi colocada num altar. A partir de então, inúmeras peregrinações aconteceram até o ano de 1880 quando um grave incêndio consumiu a igreja. Por um milagre, a imagem de Nossa Senhora permaneceu intacta.
A imagem de Nossa Senhora de Bistrica tem a cor negra e para o fato há duas versões: uma delas são os efeitos do incêndio do final do século XIX. A outra versão seria a de que os escultores daquele tempo, costumavam esculpir Nossa Senhora com a pele escura, inspirados pelo Antigo Testamento, onde consta que o Rei Salomão admirava a pele escura das mulheres de Jerusalém.
A igreja de Marija Bistrica era dedicada a Nossa Senhora das Neves até o século XIX quando passou a receber o nome de Majka Bozja Bistricka, que quer dizer Mãe de Deus de Bistrica. Em 1923, por ordem do Papa Pio XI, o santuário recebeu o título de Basílica Menor e alguns anos depois, o arcebispo de Zagreb coroou de forma solene a imagem de Nossa Senhora, proclamando-a Rainha de todo o povo croata.
OREMOS:
Oh Senhora Mãe dos Povos, Mãe de Deus de Bistrica, abençoai o povo croata, assim como todos os povos do leste europeu. Alguns desses povos têm sofrido privação de direitos e liberdades individuais, outros, sofrem o flagelo das guerras e sofrimentos. Cuidai, Mãe, desses teus filhos, que muito precisam do vosso auxílio.
Nossa Senhora de Bistrica, rogai por nós!

REFERÊNCIAS:
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos.  São Paulo: Ed. Paulus, 2014.
Portal A12 – Santuário Nacional de Aparecida. Disponível em http://www.a12.com/santuario-nacional/formacao/detalhes/nossa-senhora-de-bistrica, acessado em 27/12/2016 às 15h17min.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

44º dia, Nossa Senhora da Serra



Por Deiber Nunes Martins
Esta devoção remonta o princípio do Cristianismo e vem da pequena cidade de Cabra, na Espanha.
Havia nesta cidade, um templo dedicado a uma deusa pagã. Sobre este templo foi construída uma igreja dedicada a São João Batista. No altar dessa igreja era venerada uma imagem de Nossa Senhora, esculpida por São Lucas, ainda no século primeiro.
Tempos mais tarde, durante as invasões muçulmanas, a imagem foi escondida em uma gruta. E muito tempo depois, em 1244 foi encontrada por um pastor no alto de uma serra conhecida como “El Picacho”.
Os aldeões levaram a imagem da Virgem de volta para a Igreja de São João Batista de onde ela havia sido retirada. Mas por repetidas vezes, a imagem misteriosamente voltou para a serra de El Picacho. Então, os moradores de Cabra entenderam que precisavam construir uma igreja para a Virgem da Serra em El Picacho. E assim foi feito, com a construção sendo terminada ainda no século XIV.
OREMOS:
Nossa Senhora da Serra, bem que poderíeis ser a padroeira de Minas. Esta terra rodeada de montanhas, de serras. Oh Virgem, pela associação com o relevo deste Estado e também por vossa magnífica bondade, abençoai o povo mineiro, sobretudo o povo sofrido de Bento Rodrigues. Cuida das famílias que perderam seus entes queridos, suas casas e seus pertences. Zele pelo povo ameaçado pelas barragens de rejeitos. Interceda, oh Mãe, por todos nós que amamos nossas Minas Gerais.
Nossa Senhora da Serra, velai por nós!
REFERÊNCIA:
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

43º dia, Nossa Senhora de Gunadala


Por Deiber Nunes Martins
Vijayawada é uma cidade do Estado de Andhra Pradesh, na Ìndia, próximo ao rio Krishna. Foi nesta cidade que em 1924, Pe. Paulo Arlati mandou que colocassem no ponto mais alto da cidade, numa colina situada no bairro de Gunadala, a imagem de Nossa Senhora de Lourdes que recebera da Itália. Vijayawada é uma cidade populosa, com mais de 1 milhão de habitantes, onde coabitam hindus, muçulmanos, cristãos e diversas outras religiões.
Com o passar do tempo, sem que houvesse qualquer anúncio ou divulgação, o povo começou a subir a colina de Gunadala para tocar os pés da alva imagem de Maria Santíssima e oferecer-lhe incenso, flores, velas e bananas. Como o movimento de pessoas tornou-se intenso, construíram duas escadas para a subida da colina.
Assim como em Lourdes, dia 11 de fevereiro é comemorada uma festa em honra à Nossa Senhora, onde a maioria dos festeiros não é católica. Milhares de pessoas de todos os cultos e religiões sobem a colina e fazem suas orações e oferendas à Mãe de Jesus. Neste dia, Nossa Senhora é coroada por um muçulmano. Muitas pessoas fazem votos e promessas à Virgem e por isso mandou cortar os cabelos. Muitos peregrinos carregam o rosário no pescoço.
No hospital de Vijayawada são confirmadas curas de diversas doenças entre elas a lepra e o câncer, de pessoas que participaram das peregrinações. Mesmo de diferentes religiões, a devoção do povo se assemelha à de Lourdes, Fátima ou Medjugorje.
Um sinal da presença de Maria na colina de Gunadala é o fato de as guerras entre muçulmanos e hindus ter levado a Índia e o Paquistão a uma ferrenha cisão, e Vijayawada com sua maioria de muçulmanos em um país de maioria hindu, ter ficado livre de qualquer conflito entre os beligerantes. A cidade tornou-se um lugar de oração, onde as peregrinações são feitas em clima de fraternidade e paz entre cristãos, muçulmanos e hindus. Nas palavras de um brâmane da região fica uma importante lição e o maior desejo de Nossa Senhora: “Maria é mãe também de nós, os hindus”.
OREMOS:
Santa Maria de Gunadala, vós sois o fruto da maravilhosa devoção de Lourdes, numa terra que poderia ser considerada inóspita para nós católicos. E no entanto, vossas graças também se achegaram ao solo indiano, unindo muçulmanos, cristãos e hindus num só povo, o povo de Deus! Como deve ser lindo o sobe e desce de pessoas de diferentes culturas a prestar-lhe homenagem! Como deve ser linda, vossa coroação feita por um islamita! Virgem Maria, obrigado por nos mostrar o caminho da paz. Que esta paz chegue aos corações dos homens em todas as partes do mundo!
Nossa Senhora de Gunadala, velai por nós!
REFERÊNCIAS:
ROMAN, Ernesto N. Aparições de Nossa Senhora: suas mensagens e milagres. São Paulo: Ed. Paulus, 2015.
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.



sábado, 11 de fevereiro de 2017

42º dia, Nossa Senhora de Lourdes


Por Deiber Nunes Martins
Lourdes é uma cidadezinha situada no alto dos Pirineus, na França, quase na fronteira com a Espanha. Quatro anos depois do Papa Pio IX proclamar o dogma da Imaculada Conceição, a Virgem Maria resolveu confirma-lo, aparecendo a partir de 11 de fevereiro de 1858, a uma jovenzinha da região, chamada Bernardete Soubirous. Esta jovenzinha de 14 anos, com a saúde debilitada, estava às margens do rio Gave na gruta Massabiele, pegando lenha quando ouviu um ruído, parecendo uma rajada forte de vento. Olhou então na direção da encosta e avistou uma belíssima senhora com um rosário nas mãos e com um sorriso nos lábios. Inclinando a cabeça, Nossa Senhora saúda Bernardette e com o crucifixo do rosário faz o sinal da cruz. Àquele gesto, Bernardette, admirada com a imagem de Maria, retirou seu rosário da bolsa e começou a rezar. Nossa Senhora a acompanhou durante toda a oração, movendo as continhas do rosário com os dedos e inclinando a cabeça a cada Glória. Ao final do rosário, Maria desapareceu sem nada falar.
Voltaria a Mãe de Jesus a aparecer dois dias depois, também sem nada dizer. Na terceira aparição, Bernardette indaga à Virgem se ela poderia escrever num pedaço de papel o seu nome. E Maria responde não ser necessário e convida a menina a voltar àquele lugar por mais quinze dias. Nesta aparição, Maria se despede de Bernardette dizendo:
“Não te prometo fazer feliz neste mundo, mas sim no outro”.
Nas aparições seguintes, Maria pedia a Bernardette que rezasse pelos pecadores. Em duas aparições, ela repetiu por três vezes a palavra “Penitência...”
E depois por mais dezoito vezes ao longo do mesmo ano, sempre em uma gruta. Em todas as aparições, a Virgem Maria insistia na conversão e penitência dos pecadores. Bernardette se penitenciava à medida em que aconteciam as aparições: beijava e cavava a terra com as mãos, bebia água lodosa, comia ervas amargas. Em uma das aparições, os demônios começaram a dar gritos assustadores. Nossa Senhora apenas levantou a cabeça e os gritos cessaram. A partir da 11ª aparição, a multidão de fiéis começou a imitar a pequena Bernardette nos exercícios penitenciais. Na 13ª aparição, Maria pediu à menina que dissesse aos sacerdotes para se dirigirem ao local em procissão e que se fizesse uma capela.
No dia 25 de março de 1858, Nossa Senhora disse à Bernardette:
“Eu sou a Imaculada Conceição”.
Acontece que a menina não sabia o que aquele nome significava e antes que pudesse perguntar, Maria desapareceu. Bernardette então acorreu ao pároco sobre esta aparição e ele perguntou se a senhora das aparições não seria a Virgem Maria. A menina foi categórica: “Não! Eu creio que não. É a Imaculada Conceição”.
Pobre Bernardette, tão jovenzinha! Desconhecia ela que 4 anos antes, o Santo Padre havia proclamado o dogma da Imaculada Conceição. E a partir daquele dizer, o pároco então deu crédito às aparições.
Após exaustivo trabalho de investigação e interrogatórios à Bernardete, uma comissão da Diocese de Tarbes, a qual a cidade de Lourdes pertence, concluiu pela veracidade das aparições e das curas ocorridas na região. Então, em 11 de fevereiro de 1862, o bispo de Tarbes aprovou o culto a Nossa Senhora de Lourdes.
Tempos depois, Bernardete entrou para o Convento de Nevers. Sob muitos sofrimentos físicos e morais, ela manteve sua simplicidade e mansidão. E estas virtudes fizeram dela santa, canonizada em 2 de julho de 1933.
O pedido de Nossa Senhora de Lourdes a seus fiéis pela conversão, é também um refrigério aos doentes e a quem sofre. Lourdes é a Virgem dos enfermos, daqueles que padecem sofrimentos corporais. Sofrem pelo peso dos pecados. Todo pecador é um enfermo que precisa buscar sua conversão e cura. Precisamos seguir o conselho de Nossa Senhora de Lourdes. Inúmeras pessoas procuram a gruta de Lourdes por conta da fonte de água milagrosa que brota de lá. O que muita gente não sabe é que aquela fonte não existia antes da aparição de Nossa Senhora. As águas começaram a brotar daquela terra quando Nossa Senhora pediu Bernardette que buscasse água no solo seco da gruta e a menina obedeceu, mostrando toda a sua fé.
A belíssima região francesa de Lourdes, hoje é lugar de peregrinação dos fiéis de todo o mundo. Mais de 5 milhões de peregrinos visitam Lourdes anualmente. Por ser o lugar das aparições da Virgem uma gruta, Nossa Senhora de Lourdes também é conhecida como Nossa Senhora da Gruta.
OREMOS:
Senhor, quantos são aqueles que sofrem nos hospitais, nas enfermarias, nos leitos dos asilos, ou mesmo em casa, as privações de uma vida saudável. Quantos são os enfermos que levam uma vida de sofrimento, de dores, como viveu a pequena Bernardette?
Dá-nos, Senhor a graça de acolher o conselho de Nossa Senhora de Lourdes. Abra o nosso coração à conversão. Ó Mãe de Lourdes, interceda por nós, servos sofredores. Interceda pela Igreja que sofre nos hospitais, nos asilos. Interceda por todos os enfermos em casa e nos hospitais. Ajuda-nos a suportar com fé e esperança os momentos de sofrimento. Amém.

Nossa Senhora da Gruta, rogai por nós!
Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

REFERÊNCIAS:
ALVES, Aparecida Matilde. Maria de Todos os Povos - Um mês com Nossa Senhora
BERALDI, Pe. Roque Vicente. 101 Títulos de Nossa Senhora na Devoção Popular. São Paulo: Ed. Ave Maria, 2012.
BISINOTO, Pe. Eugênio. Conheça os Títulos de Nossa Senhora. Aparecida, SP: Ed. Santuário, 2010.
ROMAN, Ernesto N. Aparições de Nossa Senhora suas mensagens e milagres. São Paulo, Ed. Paulus, 2015.
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

41º dia, Nossa Senhora Libertadora



Por Deiber Nunes Martins
No século XVI, a cidade francesa de Salins era atacada pelos huguenotes. Os huguenotes eram os seguidores da religião protestante na França, representados pelos calvinistas e pela igreja reformada. Buscando proteger a Igreja Católica dos males causados pelos huguenotes, Pedro Marmet construiu uma capela em honra à Virgem Maria.
Logo após a construção da capela, em um dos ataques dos protestantes à cidade de Salins, a Virgem Maria apareceu a alguns moradores e aos invasores, expulsando-os. Os moradores de Salins declararam: “A Virgem, nossa libertadora, está pondo em fuga os inimigos”. Por conta disso, Maria passou a ser venerada como Nossa Senhora Libertadora. E a capela em sua honra, construída por Pedro Marmet, tornou-se um santuário mariano.
OREMOS:
Oh Maria Concebida Sem Pecado, rogai por nós que a recorremos a vós. Afastai de nós, as insídias de satanás e os embustes do maligno, que entre tantos objetivos nefastos, visam nos afastar da fé, atacando a doutrina católica, por meio de falsas doutrinas. Intercedei por nós, oh Virgem Libertadora, para que livres do pecado, possamos caminhar firmes na fé em Cristo Jesus. Propiciai a seus devotos a vinda do Espirito Santo para que assim, saibamos reconhecer onde quer que estejamos os sinais de Jesus.
Nossa Senhora Libertadora, rogai por nós!
REFERÊNCIA:
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes. Orações e história de 260 títulos marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

40º dia, Nossa Senhora Porta do Céu


Por Deiber Nunes Martins
Nossa Senhora é conhecida como Porta do Céu porque é um exemplo aos cristãos. Ela nos ensina a viver de acordo com a vontade de Deus. Ela é o nosso caminho de santidade. Não podemos chegar ao Filho sem passar pela Mãe. E o Filho é o mediador entre Deus e os homens, conforme nos diz Paulo em sua Primeira Carta a Timóteo (1Tm 2,5). Por isso, ela é a Porta do Céu.
O ícone de Nossa Senhora Porta do Céu traz as silhuetas da Mãe e do Filho, é também conhecido como Portaitissa e foi objeto de perseguição durante a crise iconoclasta, no século oitavo da era cristã. Então, uma piedosa viúva, temendo as profanações que poderiam acontecer ao ícone de Nossa Senhora, jogou o ícone ao mar. Sua motivação seria de que os ataques das ondas do mar seriam melhores que os ataques dos iconoclastas.
O ícone não afundou no mar e foi encontrado pelos monges que o levaram ao monastério em Iviron, no Monte Athos. Emocionados com a beleza da imagem, colocaram-na na igreja do monastério. No dia seguinte, tiveram a surpresa de o encontrarem não no lugar que o haviam colocado, mas sim na porta da igreja. Isso aconteceu por diversas vezes, até os monges compreenderem que a vontade de Nossa Senhora era estar ali na porta, como guardiã.
Como Porta do Céu.
OREMOS:

“Se a dor te toma por demais
Se o mundo não te crê jamais
Sabe, pois, que há alguém por ti
Orando, intercedendo, há sim!
Puro esplendor e amor de Mãe,
Sacrário vivo de Deus Pai
Em ti Maria, eu encontrei
A vida que pra mim eu quis.

Imaginei como seria o paraíso de Jesus
Com paz e harmonia em nossos corações
Pra sempre então seria eterno em louvor
Aquele que um dia veio e nos salvou.

Ó Mãe Santíssima, me leva a Deus
E para sempre exultarei com cantos
Hinos de Louvor, buscando a salvação
E nessa hora em que eu te rogo aqui
Dentro em meu peito está vontade
De te conhecer, Maria tu que és Porta do Céu.”

Nossa Senhora, Porta do Céu, rogai por nós!

REFERÊNCIAS:

ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes. São Paulo. Ed. Paulus 2005
Oração:
Música “Porta do Céu”, composta por Helano Silva Eugênio de Souza, interpretada pelo Pe. Fábio de Melo.


quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

39º dia, Nossa Senhora de Vagos


Por Deiber Nunes Martins
No século XII, um navio francês naufragou nos mar, próximo a vila de Vagos, em Portugal. Do naufrágio, os portugueses resgataram uma imagem de Nossa Senhora. Esta imagem, porém, desapareceu no dia seguinte ao seu resgate.
Após aparecer em sonho a um morador daquela vila e indicar-lhe em sonho o local onde deveria ser construída uma ermida, a Virgem reapareceu. A partir de então, diversos milagres começaram a acontecer e foram atribuídos a ela, que passou a ser chamada de Nossa Senhora de Vagos. Em decorrência dos milagres e prodígios, multiplicou-se esta devoção mariana.
Algum tempo depois, uma terrível seca assolou a região. O povo, devoto, fez então uma procissão a Nossa Senhora de Vagos e a promessa de dar alimentos aos pobres e famintos. Nossa Senhora intercedeu e veio a chuva na vila. Por causa disso, ainda é muito viva a tradição de distribuir o pão na praça onde foi construído o Santuário a Nossa Senhora de Vagos.
OREMOS:
Óh Mãe, com o vosso carinho maternal, abençoa as nossas vidas. Livrai-nos das insídias dos inimigos e protegei-nos de todo mal. Ajuda-nos a conseguir com nossos esforços e suor, o nosso pão de cada dia, sobretudo nos tempos de crise. Afastai do nosso meio o terrorismo, as guerras e a fome. Intercedei por nós junto a Teu Filho Jesus, para que Ele nos dê força e capacidade de renunciarmos ao pecado. E assim, convertidos, possamos dizer sim à vida.
Nossa Senhora de Vagos, velai por nós!
REFERÊNCIA:
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes. Orações e história de 260 títulos marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2005.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

38º dia, Nossa Senhora das Boas Novas


Por Deiber Nunes Martins
O termo “evangelho” tem sua origem no grego que quer dizer “boa nova”. Maria recebe o título de Senhora da Boa Nova ou das Boas Novas, porque antes do próprio Cristo, ela é a portadora da boa nova que é o Filho de Deus, o sacrário vivo de Cristo.
O título de Nossa Senhora das Boas Novas relaciona-se com a vitória do exército francês liderado por Joana D’Arc. Por meio desta boa nova, o rei da França prometeu a construção de algumas igrejas onde se rezaria pela salvação dos soldados feridos de morte em batalha, fossem eles franceses ou ingleses.
Na França, dois santuários dedicados a Virgem da Boa Nova merecem destaque: em Frouville e em Chateau-l’Evéque. No primeiro, em 1560, um jovem pastor de ovelhas lamentava não ter podido ir à missa, por conta de seu trabalho. Em suas orações, a Virgem Maria lhe apareceu e disse: “Dentro de três dias estarás comigo no céu”. O jovem contou o fato à sua família que três dias depois comprovou a veracidade do fato. Fato esse que repercutiu por toda a região e motivou a construção do santuário de Frouville, em honra a Virgem Maria. O segundo santuário, em Chateau-l’Evéque é o que teve o anúncio de Joana D’Arc com vencedora na guerra de libertação da França.
OREMOS: 
Oh Senhora das Boas Novas, que sempre possamos colher de vossos lábios a boa nova. Ajuda-nos oh Mãe, a sermos mais íntimos de Cristo e que também sejamos portadores do Evangelho, da Boa Nova do Filho de Deus, onde quer que estejamos.
Nossa Senhora das Boas Novas, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes. Orações e história de 260 títulos marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2005.
Site do Santuário Nacional de Aparecida. Disponível em http://www.a12.com/santuario-nacional/formacao/detalhes/nossa-senhora-da-boa-nova 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

37º dia, Nossa Senhora de Aracélis


Por Deiber Nunes Martins
O termo Aracélis é a forma popular de Ara Coeli, que quer dizer “Altar do Céu”. É assim que os devotos marianos da região entre os Concelhos de Castro Verde e Mértola conhecem a Mãe do Salvador. Acredita-se que esta devoção teve início no século XVI, num momento em que o culto mariano era bem difundido.
Por conta da difusão do culto a Nossa Senhora, seus devotos resolveram àquela época construir no alto da serra que dividia os dois povoados – Castro Verde e Mértola uma capela a Nossa Senhora. Como era uma região alta, sentiram os fiéis no coração o desejo de chamar àquele lugar de Altar do Céu, Ara Coeli, ou Aracéli. Assim surgia Nossa Senhora de Aracélis.
Diferente das inúmeras capelas e ermidas marianas construídas neste tempo e destruídas pelos inimigos da fé cristã, a ermida de Nossa Senhora de Aracélis existe até hoje e atrai inúmeros devotos todos os anos.
OREMOS:
Oh Virgem de Aracélis, abençoa vossos filhos e filhas que estão nos hospitais e que lutam pela vida. Reestabeleça a saúde dessas pessoas que hoje sofrem a tristeza do leito de um hospital. Olhai pelos que sofrem nos hospitais, nos asilos, ajuda-os a se manterem perseverantes na fé, tendo a certeza de que Deus não os esqueceu.
Nossa Senhora de Aracélis, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
Site do Concelho de Castro Verde. Disponível em http://cm-castroverde.pt/pt/menu/424/patrimonio-edificado.aspx#ermida-de-nossa-senhora-de-aracelis---sao-marcos-da-atabueira,  acessado em 05 de dezembro de 2016 às 16:27.
Site “Terras Pulo do Lobo. Disponível em http://www.terraspulodolobo.com/regiao/ermida-de-nossa-senhora-de-aracelis-alcaria-ruiva_r106 , acessado em 05 de dezembro de 2016 às 16:28.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

36º dia, Nossa Senhora das Candeias


Por Deiber Nunes Martins
A devoção a Nossa Senhora das Candeias vem da Festa da Purificação de Nossa Senhora, que ocorre no dia 2 de fevereiro, 40 dias após o Natal. 
O nome "candeia" vem de velas, objeto litúrgico presente na Festa da Purificação.
Segundo o costume judaico, as parturientes ficavam impedidas de frequentar o templo até quarenta dias após darem a luz. Após esse período, deveriam apresentar-se ao sacerdote com o sacrifício de um cordeiro e duas pombas para assim se purificar.
Cumpridores do preceito mosaico, José e Maria apresentaram-se diante de Simeão e receberam dele a profecia de que o filho que traziam, Jesus, seria a luz que iluminaria as nações e a glória de Israel.
Nossa Senhora das Candeias ou da Candelária apareceu a primeira vez por volta do ano 1400 nas Ilhas Canárias. Ao avistarem-na, os nativos ficaram com muito medo e tentaram atacá-la e suas mãos ficaram paralisadas. A imagem de Maria então foi guardada em uma caverna e tempos mais tarde, foi erigido um templo chamado Basílica Real da Candelária.
OREMOS:
Oh Virgem das Candeias, Nossa Senhora da Purificação, Mãe da Candelária, para cumprir o preceito da época, purificastes no templo perante ao sacerdote, como se impura fostes. Oh Mãe cada gesto teu ensina a nós como fazer da nossa vida uma completa e constante oração e devoção ao Senhor Todo Poderoso. Ajuda-nos a sermos mais humildes e cumpridores dos nossos deveres.
Nossa Senhora das Candeias, rogai por nós!
REFERÊNCIA:
ALVES, Aparecida Matilde. Maria de Todos os Povos – Um mês com Nossa Senhora. Ed. Paulinas, 2013.


sábado, 4 de fevereiro de 2017

35º dia, Nossa Senhora Estrela do Mar


Por Deiber Nunes Martins
No ano de 636, na cidade francesa de Boulogne, os pescadores olhavam com perplexidade um barco vazio e sem leme que atracava à praia. Neste barco de médio a grande porte havia uma imagem de Nossa Senhora com o Menino Jesus.
Mais surpresos ainda, os pescadores ficaram, quando de repente, a Virgem Maria lhes apareceu e disse que havia escolhido Boulogne para derramar suas graças.
Daí então, uma igreja foi construída e as peregrinações logo começaram, sendo um pouco estancadas na Revolução Francesa quando a imagem de Nossa Senhora foi destruída, restando somente uma mão que é exposta para veneração dos fiéis, junto com uma réplica da antiga imagem.
Esta imagem de Maria é conhecida como Nossa Senhora Estrela do Mar, pois milagrosamente veio do mar em um barco sem tripulação.
OREMOS:
Oh Senhora dos Mares, Estrela do Mar, sabemos que tu indicas a rota que nos leva ao Vosso Filho Jesus Cristo. Ajuda-nos a enfrentarmos o mar revolto dos nossos problemas. Ajuda-nos a sermos mais fiéis aos propósitos de Deus para nossas vidas.
Nossa Senhora Estrela do Mar, velai por nós!
REFERÊNCIAS:
ROMAN, Ernesto N. Aparições de Nossa Senhora suas mensagens e milagres. São Paulo: Ed. Paulus, 2015.
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

34º dia, Nossa Senhora de Suyapa



Por Deiber Nunes Martins
“La morenita” é o nome carinhoso com o qual o povo hondurenho costuma chamar sua padroeira: Nossa Senhora de Suyapa. Sua história começou por volta de 1796, quando dois jovens lavradores – Alejandro Colindres e Jorge Martinez voltavam da roça para casa, ao final de uma semana de trabalho pesado nos campos situados na montanha de Piligüím. Os jovens eram filhos de Isabel Colindres, uma devota fervorosa da Virgem Maria.
Era costume dos jovens lavradores deixarem o trabalho mais cedo no sábado e empreenderem a rotineira viagem destino a aldeia em que moravam, na cidade de Suyapa, em Honduras. No entanto, naquele sábado especificamente, os jovens iniciaram a viagem de retorno mais tarde e quando anoiteceu, estavam ainda no meio do caminho. Decidiram então, dormir num lugar chamado “Quebrada de Piligüím”, em meio a relva. Ao deitarem, um dos jovens sentiu-se incomodado com algo parecido com uma pedra, a incomodá-lo nas costas. No escuro, pegou o objeto e jogou-o longe, voltando a deitar-se. Mas o incômodo persistiu. Levantando-se novamente, o jovem percebeu que o objeto que tinha atirado longe, voltara para o mesmo lugar. Intrigado, resolveu guardar o objeto na mochila.
No dia seguinte, os jovens terminaram a viagem. E a mãe deles, Isabel, ao recolher os pertences na mochila do filho, para lavar, encontrou o objeto que havia incomodado o rapaz na noite anterior. Surpreendeu-se com a imagem belíssima de Nossa Senhora da Conceição, talhada em cedro. A imagem tinha cerca de 6 centímetros e trazia Nossa Senhora com a face morena, os traços indígenas vestida num manto cor de rosa. Devota de Maria, Isabel Colindres preparou para a imagem, um pequeno altar em sua casa.
Algum tempo mais tarde, José de Zelaya y Midense, capitão dos granadeiros, que desde a juventude sofria com cálculos renais, ouviu falar de Nossa Senhora de Suyapa e pediu para ver a imagem. A mãe do jovem Alejandro levou a imagem até a casa do capitão e ele pediu de joelhos a Virgem que o curasse. Em menos de três dias, José de Zelaya expeliu as pedras. Em gratidão, construiu uma capela no vale de Suyapa.
A devoção aumentou e hoje a pequena capela de Suyapa, tornou-se o gigantesco Santuário de Nossa Senhora de Suyapa. Em 1925, o Papa Pio XII proclamou Nossa Senhora de Suyapa, ou “La Morenita” como é popularmente conhecida, a padroeira de Honduras.
OREMOS:
Virgem de Suyapa, Nossa Senhora “La Morenita”, padroeira do povo hondurenho, ajudai-nos nas difíceis batalhas do dia a dia. Batalha por emprego, batalha por saúde, batalha por educação. Batalha pela vida. Assim como ajudastes o capitão das forças armadas hondurenhas, ajudai vosso povo a resistir aos embustes do maligno. Ajudai-nos na principal batalha de nossa vida: a batalha contra o inimigo de Deus. Dá-nos sabedoria e humildade para resistirmos às tentações deste mundo e fazermos a vontade do Pai das Misericórdias.
Nossa Senhora de Suyapa, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

Blog “Nossa Senhora das Américas”,  Disponível em http://nossasenhoradasamericas.blogspot.com.br/2010/05/nossa-senhora-de-suyapa-padroeira-de.html, último acesso em 03 de fevereiro de 2017 às 12h13 min.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

33º dia, Nossa Senhora dos Navegantes


Por Deiber Nunes Martins
No tempo das Cruzadas, na Idade Média, os guerreiros que cruzavam o Mar Mediterrâneo, invocavam a proteção da Mãe de Jesus. Aqueles homens não cruzavam os mares sem antes participarem da Mesa da Eucaristia e pedirem a proteção da Virgem Maria.
Tempos depois, durante a expansão ultramarina, esta mesma invocação era feita por portugueses e espanhóis. Os marinheiros e pescadores invocavam a proteção de Nossa Senhora dos Navegantes. E até hoje esta devoção é vigorosa, com os homens venerando-a tanto no mar quanto em terra firme.
Os devotos de Nossa Senhora dos Navegantes, organizam procissões aquáticas belíssimas onde uma embarcação com a Virgem Maria segue à frente sendo acompanhada por dezenas de outros barcos.
OREMOS:
Nossa Senhora dos Navegantes, vós sois a padroeira dos homens do mar. Abençoa quem retira das águas o seu sustento. Cuida, oh Mãe, dos lugares onde a pesca é a maior fonte de sobrevivência. Não deixei que a ganância dos homens destrua os rios e os mares, mas incite em nós o desejo de cuidar e preservar as nossas nascentes.
Nossa Senhora dos Navegantes, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
BERALDI, Pe. Roque Vicente. 101 Títulos de Nossa Senhora na Devoção Popular. São Paulo, Ed. Ave Maria, 2012.
BISINOTO, Pe. Eugênio. Conheça os Títulos de Nossa Senhora. Aparecida, SP: Ed. Santuário, 2010.
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e história de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.