sexta-feira, 14 de julho de 2017

195º dia, Nossa Senhora da Floresta


Por Deiber Nunes Martins
No século XI, na pequena cidade de Ensiedeln, na Suiça, surgiu uma imagem de Nossa Senhora negra. Nesta região, de floresta, hoje existe um grande santuário e uma abadia beneditina.
Foi também em Ensiedeln que viveu o monge eremita Meinrado e com ele, todo o inicio da devoção a Nossa Senhora de Ensiedeln, cujo santuário foi consagrado pelo próprio Jesus Cristo.
OREMOS:
Santa Maria da Floresta, rogai por nós vossos filhos e filhas para que, saibamos preservar a natureza, cuidar bem dos nossos rios, das nossas matas, nossos biomas, nossa natureza. Que saibamos compreender que não vivemos sozinhos e sim em intensa relação de interdependência com o meio ambiente.
Ensina-nos a superar toda ganância e a promover a vida e a mensagem do Evangelho, na natureza. Que saibamos, nas pequenas coisas do dia a dia, como fechar bem uma torneira ou não jogar lixo na rua, cuidar do nosso ambiente e assim permitir às próximas gerações, um futuro mais digno e saudável.
Nossa Senhora da Floresta, rogai por nós!
REFERÊNCIA:

ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

194º dia, Nossa Senhora da Rosa Mística


Por Deiber Nunes Martins
A Mãe de Jesus é conhecida como a Rosa Mística já nos primeiros séculos. As igrejas do Oriente, já veneravam Maria como a Rosa Mística no Hino Acatista, que dizia: “Maria, Rosa Mística, da qual veio Cristo como milagroso perfume”. Mais tarde, no século XVI, as ladainhas Lauretanas invocavam Maria como a Rosa Mística.
Ao longo do tempo, várias devoções surgiram em honra a Nossa Senhora da Rosa Mística. A mais antiga delas na Itália. E também na Itália, já no século XX, em 1946, surgiu a devoção mais conhecida da Rosa Mística. Na região da Lombardia, em Montechieri e Fontanelle, a Virgem Maria apareceu a uma enfermeira chamada Pierina Gilli. Uma pessoa muito simples e piedosa, Pierina avistou Nossa Senhora com uma túnica púrpura e véu branco. Maria trazia as feições tristes e trazia no peito três rosas: uma branca, significando o poder da oração; uma vermelha, indicando sacrifício e uma amarela, que significa penitência.
Maria pediu para ser chamada Rosa Mística e escolheu o dia 13 de julho como o dia dedicado a ela. Em suas aparições a Pierina, a Mãe de Deus pedia que o povo fizesse orações, penitências e sacrifícios pela conversão dos pecadores. Ao longo desse tempo, aconteceram muitas curas, milagres e conversões na região.
OREMOS:
Rosa Mística, fazei de nosso coração, vossa morada, junto a morada de Vosso Filho Jesus. Abençoai nossos passos e ajudai-nos no caminho de conversão. Sabemos que nunca é fácil largar velhos hábitos, mas precisamos ficar livres, sobretudo do pecado. Ajudai-nos nessa empreitada, para que possamos dedicar inteiramente nossas vidas, a serviço de Nosso Senhor.
Nossa Senhora da Rosa Mística, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
BISINOTO, Pe. Eugênio. Conheça os Títulos de Nossa Senhora. Aparecida, SP: Ed. Santuário, 2010.
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

193º dia, Nossa Senhora da Oração (La Prière)


Por Deiber Nunes Martins
A França vivia momentos bem difíceis, no final do ano de 1947. Nesta época, mais precisamente no dia 8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição, três meninas – Jaqueline e Jeanette Aubry, e a prima delas, Nicole Robin, rezavam o rosário em uma capela quando a Virgem Maria apareceu a elas. A Mãe de Jesus está em posição orante, de mãos postas e sorrindo. O anjo Gabriel estava a seu lado, segurando um lírio.
Em suas aparições, Maria pediu às meninas que rezassem muito pelo futuro da França, no pós-guerra. Maria apareceu às meninas seis vezes e realizou muitos milagres. Foi construído na capela de Bouchard, sul da França, onde Nossa Senhora apareceu.
OREMOS:
Nossa Senhora da Oração, fazei com que aprendamos que a oração é o caminho que nos leva para Deus. Como negligenciamos isso! Precisamos Mãe, experienciar na oração, o poder do amor de Deus em nossas vidas! Precisamos Mãe, entregarmos de corpo e alma à uma vida orante, que nos torne íntimos do Senhor. Ajuda-nos a fazermos a diferença na vida das pessoas, levando-as a rezar.
Que nossa vida seja uma oração de louvor a Deus Pai. E vivendo esta vida de oração, sejamos exemplos aos irmãos. Ajuda-nos, por meio da oração, a obter uma sincera conversão.
Nossa Senhora de La Prière, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:

ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

terça-feira, 11 de julho de 2017

192º dia, Nossa Senhora da Partilha


Por Deiber Nunes Martins
A história de Maria nos ensina a importância da partilha. Como é necessário ter um coração desprendido, que sabe se doar, que sabe acolher o outro e sua necessidade! Aprendemos estes valores com Maria. E por isso o título de Nossa Senhora da Partilha.
OREMOS:
Maria, Mãe da Partilha, ensina-nos a partilhar. Ensina-nos o valor de ajudar o outro, de acolher ao próximo e suas necessidades. Ensina-nos a não pensarmos somente em nosso próprio umbigo, mas nos voltarmos às realidades do mundo à nossa volta. Que por vosso intermédio, compreendamos que um coração desprendido, desapegado a tudo que é material, tem mais espaço para o amor.
Somente o dom da partilha é capaz de nos preencher de amor. E, cheios do Amor de Deus, somos capazes de amar ao próximo, como nos ensina o Evangelho. Nossa Senhora da Partilha, ensina-nos a viver como o Bom Samaritano. Ensina-nos a acolher o outro, independentemente do outro, mas sim por que o outro é nosso irmão. É filho ou filha do mesmo Pai Celestial que possuímos.
Ajuda-nos a compartilhar não só o pão nosso de cada dia, mas também a compartilhar a vida. As experiências, as emoções. Ajuda-nos a fazer na vida de cada um a diferença que complete, que santifique, que faça o outro ir além. Cada gesto de caridade que é feito ao irmão, o próprio Jesus Cristo, Vosso Filho, nos agradece. Portanto, que tenhamos essa consciência do amor que se doa, do amor que partilha.
Nossa Senhora da Partilha, velai por nós!

REFERÊNCIA:

ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

191º dia, Nossa Senhora de Casaluce


Por Deiber Nunes Martins
Casaluce é uma cidade italiana, cujo nome quer dizer “Casa de Luz”. Segundo a tradição, em uma noite de intenso temporal, uma mulher, de cor negra, bateu à porta de um seminário, na cidade de Aversa, pedindo abrigo. Como era proibido aos padres, receberem mulheres no seminário, a moça foi aconselhada a procurar abrigo num convento em Casaluce, cidade vizinha à Aversa.
A moça assim o fez e chegando em Casaluce, foi recebida pelas freiras que a acolheram por aquela noite. No dia seguinte, logo pela manhã, a madre foi ao quarto onde a mulher havia sido instalada e surpreendeu-se: a jovem tinha desaparecido e deixado em cima da cama, um quadro com sua imagem, segurando um menino.
Foi quando as freiras descobriram se tratar da própria Virgem Maria.
Os padres em Aversa, descobrindo a história, pediram o quadro pra si, pois entendiam que a Virgem Maria tinha passado por ali primeiro. Junto ao fato acontecido em Casaluce, inúmeros milagres aconteceram na região, fazendo com que o povo tanto de Casaluce, quanto de Aversa, se enchesse de fé e devoção à Mãe de Nosso Senhor. Tanto fervor, aliado ao protesto dos padres de Aversa que reclamaram a imagem, fez com que as duas cidades entrassem em disputa pra saber com quem deveria ficar o quadro de Nossa Senhora. Como o impasse perdurava e perdura até hoje, ficou decidido que a imagem de Nossa Senhora de Casaluce deve ficar quatro meses no ano em Aversa e os outros oito meses em Casaluce.
OREMOS:
Virgem Maria, que o vosso amor de Mãe pela humanidade não seja motivo de disputas e rivalidades, mas sim motivo de comunhão e concórdia entre os povos. Hoje em dia, Mãe, as disputas envolvendo vosso nome, não são entre povos devotos, mas entre seus filhos que te amam e os filhos que não te amam. Estes últimos talvez, por desconhecimento, não são ainda capazes de te amar, de te venerar. Que este infortúnio não vos cause nenhum agravo, nenhuma ofensa e nem seja rechaçado por teus filhos devotos. Fazei com que os cristãos, católicos ou não, busquem o diálogo, a compreensão e o entendimento, diante o mistério de Cristo Jesus e que assim, unidos e em comunhão, formemos a Civilização do Amor de Deus.
Nossa Senhora de Casaluce, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

Site da Paróquia de Nossa Senhora de Casaluce em São Paulo/SP. Disponível em http://www.casaluce.com.br/, último acesso em 12 de julho de 2017 às 12h05min.

domingo, 9 de julho de 2017

190º dia, Nossa Senhora da Conceição Aparecida de Cabo Frio


Por Deiber Nunes Martins
No início do século XVIII, o pescador Domingos André Ribeiro, pescava num lugar chamado Taboleiro, quando encontrou numa grota junto ao mar, uma imagem de Nossa Senhora com a lua sob os pés e as mãos postas, em sinal de oração. A imagem era de madeira e apesar da violência da correnteza do mar sobre ela, tinha se mantido intacta. Alguns dias depois, com uma procissão, transladaram a imagem para a igreja matriz de Cabo Frio, onde a depositaram no lado direito do altar.
O povo da região enviou uma carta a Dom João, rei de Portugal, para que os auxiliasse com recursos para a construção de uma Igreja em honra a Nossa Senhora da Conceição. Os portugueses responderam à carta solicitando justificativas para a construção do templo. Em 1724 foi enviado à Lisboa um documento contendo uma série de milagres e prodígios feitos pela intercessão da Mãe de Jesus. Em 1731, os portugueses finalmente decidiram ajudar na construção de uma capela dentro da Igreja Matriz.
Por conta da imagem ter sido encontrada em Cabo Frio, foi lhe dado o título de Nossa Senhora da Aparecida de Cabo Frio.
OREMOS:
Senhora de Cabo Frio, olhai pelo Brasil. Abençoai o povo brasileiro, que tanto tem sofrido na mão de governantes corruptos. Fazei com que este povo crie consciência política e possa ser protagonista de seu futuro, de seu destino. Fazei com que aprendamos a votar, buscando no poder do voto, o verdadeiro caminho para a mudança e para deste país.
Nossa Senhora da Conceição Aparecida de Cabo Frio, rogai por nós!
REFERÊNCIA:
ADUCCI, Edésia. Maria e Seus Títulos Gloriosos. São Paulo: Ed. Loyola, 2003.
Academia Marial de Aparecida, no site do Portal A12, disponível em http://www.a12.com/santuario-nacional/formacao/detalhes/nossa-senhora-aparecida-de-cabo-frio, último acesso em 11 de julho de 2017 às 16h55min.




sábado, 8 de julho de 2017

189º dia, Nossa Senhora das Graças

Por Deiber Nunes Martins
Cabe aqui uma explicação acerca do título de Nossa Senhora das Graças. São encontradas na literatura pelo menos três denominações relativas a Nossa Senhora das Graças. A mais conhecida delas é Nossa Senhora das Graças e Medalha Milagrosa, cuja festa é celebrada no dia 27 de novembro. Há também o título Nossa Senhora da Graça, um título brasileiro, que vem do tempo da Colônia, no final do século XVII. No dia 8 de julho, celebramos a festa de Nossa Senhora das Graças, cuja aparição aconteceu na cidade de Bolonha, na Itália. E é desta devoção que tratamos a seguir.
No dia dedicado a Nossa Senhora do Carmo, 16 de julho, do ano de 1480, duas crianças, Donato Nutini e Cornélia Vangelistei, pastoreavam seu gado na confluência de dois rios, num lugar chamado Boccadirio. Como era um dia mariano, as duas crianças pararam a beira do rio para fazer suas preces à Virgem Maria. Neste momento, Nossa Senhora apareceu a eles do outro lado do rio. Maria trazia o Menino Jesus nos braços.
Naquela aparição, a Mãe de Deus pediu a Donato que se tornasse um sacerdote e Cornélia, uma religiosa. Também pediu que os moradores de Boccadirio fizessem uma igreja naquele lugar, em sua honra.
Nossa Senhora voltou a aparecer mais uma única vez e o povo todo do lugar não só acreditou na veracidade dos fatos como fez cumprir os pedidos da Mãe. A Igreja foi construída em sua honra, numa das margens do rio e as duas crianças se consagraram a Deus: Donato tornou-se um sacerdote e viveu uma vida santa até 1548. E Cornélia entrou para um convento, tornando-se a Irmã Brígida. No convento, ela mandou fazer uma imagem de Nossa Senhora e doou-a para a igreja em Boccadirio.
Entretanto, a imagem doada a Igreja, frequentemente era encontrada na outra margem do rio. Até que as pessoas compreenderam a vontade da Mãe de Jesus e fizeram no lugar um capitel, onde depositaram a imagem. Tempos depois, o santuário de Boccadirio passou a abraçar as duas margens do rio, como entenderam ser a vontade de Maria.
OREMOS:
Nossa Senhora das Graças, olhai pelas crianças. Afastai do meio delas todo tipo de perversidade e devassidão dos adultos. Dai as crianças, boas e santas influências que as conduzam e as ajudem na formação humana. Fazei com que nossas crianças compreendam o vazio que nossa humanidade sente quando se afasta de Deus. As crianças são o futuro da humanidade e por isso, Mãe, permita que as próximas gerações experimentem o sabor de Deus que esta geração não se permitiu experimentar, tão refém do secularismo e do racionalismo em que se encontra. Virgem Mãe, abençoai nossas crianças!
Nossa Senhora das Graças, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
ROMAN, Ernesto N. Aparições de Nossa Senhora: Suas Mensagens e Milagres. São Paulo: Ed. Paulus, 2015.
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.


sexta-feira, 7 de julho de 2017

188º dia, Nossa Senhora da Boa Morte



Por Deiber Nunes Martins
A Mãe de Jesus foi assunta ao Céu em corpo e alma, vencendo a morte, assim como seu Filho, pelos merecimentos Dele. Este é o dogma da Assunção de Nossa Senhora, proclamado pelo Papa Pio XII, em 1950. Este dogma está relacionado a devoção a Nossa Senhora da Boa Morte, culto que chegou ao Brasil trazido pelos portugueses.
A imagem de Nossa Senhora da Boa Morte mostra Maria de pé, com as mãos cruzadas sobre o peito. É o desfecho da vida da Mãe de Cristo aqui na Terra. Diz a tradição que por volta do ano 42, quando tinha então 60 anos, Maria morreu e foi sepultada no Getsêmani, sendo sepultada em um sepulcro novo. Três dias depois, os apóstolos foram visitar o túmulo e o encontraram vazio, assim como estava o de Jesus quando da ressurreição. Podia-se sentir um perfume de rosas exalando do local onde estivera a Virgem Maria.
Por conta disso, A Virgem da Boa Morte é invocada pelos agonizantes, que suplicam a salvação e uma morte tranquila.
OREMOS:
Oração do Terço, Mistérios da Esperança – Pe. Joãozinho e Walmir Alencar
“No primeiro mistério, a esperança voltou:
Aleluia, o Senhor ressuscitou!

No segundo mistério na sua ascensão
Volta ao Pai o manso e humilde coração.

No terceiro mistério, a promessa chegou,
O Espírito de Deus, Jesus mandou.

No quarto mistério, assunção de Maria
Mãe e filho num encontro de alegria

No quinto mistério, coroada é Maria
Que foi serva e por isso é rainha.

Glória ao Pai, ao Filho, ao Espírito Santo
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.”
REFERÊNCIAS:
BISINOTO, Pe. Eugênio. Conheça os Títulos de Nossa Senhora. Aparecida, SP: Ed. Santuário, 2010.

ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

187º dia, Nossa Senhora dos Eremitas (Nossa Senhora de Ensiedeln)


Por Deiber Nunes Martins
A devoção a Nossa Senhora dos Eremitas deve-se muito por conta de São Meinrado, monge beneditino, que escolheu viver como um eremita. Os eremitas são pessoas que resolvem viver solitárias, em lugares ermos, distantes da população para se dedicar com maior afinco à vida de oração. Foi o caso deste santo, por volta do ano 800, contemporâneo de Carlos Magno, imperador do Ocidente.
De família abastada, Meinrado estudou com os monges beneditinos e assim que recebeu o hábito de São Bento, refugiou-se no monte Etzel, na Suíça, tendo como companhia uma imagem de Nossa Senhora que havia ganhado. Mesmo o lugar onde havia escolhido para se instalar, sendo um local de difícil acerto e deserto, o monge recebia inúmeras pessoas em busca de seus conselhos.
Passados sete anos, o monge eremita resolve se afastar ainda mais da civilização, em busca de aprimorar sua vida orante. Embrenha-se ele por uma densa floresta na região que depois ficaria conhecida como Ensiedeln, aos pés do monte Etzel. No entanto, também naquele lugar, peregrinos o procuravam, em busca de auxílio espiritual.
A procura pelo eremita, acabou despertando a atenção de dois salteadores, que passaram a observar à certa distância o movimento de visitantes à cela do monge, onde ele havia feito um oratório, para abrigar a imagem da Mãe de Jesus. Impiedosos, os ladrões invadiram a cela do monge e o mataram, em busca de algum tesouro que o monge poderia ter, uma vez que era muito visitado.
Apesar da morte de Meinrado, sua cela não ficou abandonada: as pessoas continuavam a visitar o lugar. Visitavam o oratório de Nossa Senhora, onde depositavam suas súplicas e tinham inúmeras graças alcançadas. A fama de Nossa Senhora, alcançou toda a região e inúmeros sacerdotes passaram a visitar o local, para ali depois erguerem uma belíssima igreja e ao lado um mosteiro beneditino.
Em 948, São Conrado, bispo de Constança, foi chamado para consagrar o santuário de Ensiedeln. No dia da cerimônia, eis que o Próprio Cristo Jesus aparece e consagra a igreja. O acontecimento aumenta ainda mais o número de peregrinos e devotos marianos no local.
Ao longo da história, o santuário sofreu ataques dos inimigos dos cristãos, chegou a ser destruído, mas ainda assim a veneração a Nossa Senhora dos Eremitas persistiu e existe ainda hoje. A imagem de Nossa Senhora venerada pelos peregrinos é a mesma que São Meirado carregava consigo àquele tempo.
OREMOS:
Santa Mãe de Deus, aumentai a nossa fé, nossa esperança e o nosso amor. Fazei com que perseveremos na caminhada para Deus e que ajudemos nossos irmãos a conservar a fé. Ajuda-nos, oh Mãe a buscar a pureza de coração e a fazer com que os outros sempre sintam em nós a presença de Teu Filho Jesus.
Nossa Senhora dos Eremitas, rogai por nós!
Nossa Senhora de Ensiedeln, rogai por nós!

REFERÊNCIAS:
ADUCCI, Edésia. Maria e Seus Títulos Gloriosos. São Paulo: Ed. Loyola, 2003.

ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

186º dia, Nossa Senhora das Rosas

Por Deiber Nunes Martins
Esse título mariano surgiu na cidade de Bérgamo, na Itália. Dois ricos comerciantes se dirigiam a Bérgamo a trabalho. Já bem avançados rumo a cidade, foram surpreendidos por uma forte tempestade e uma assustadora escuridão. O mau tempo fez com que os homens se perdessem do caminho, indo parar num bosque muito espesso e perigoso, repleto de animais ferozes e ladrões.
Com muita fé e devoção, aqueles homens, diante de tão assombrosa situação, puseram os joelhos no chão e pediram o auxílio de Nossa Senhora. Se fossem atendidos, construiriam em Bérgamo, uma capela em honra à Mãe de Jesus. Naquele mesmo momento, uma luz suave surgiu, iluminando toda aquela escuridão e guiando os comerciantes até a estrada.
Os dois homens prosseguiram viagem até a cidade de Bérgamo. Quando lá chegaram, era já hora avançada e não encontraram lugar para pousada. Assim, encontraram numa torre abandonada, a única opção para passarem a noite. Tão logo adentraram, a luz que os tinha guiado no bosque, reapareceu diante deles e no meio dela, tiveram a visão de Maria com o Menino Jesus em seus braços, oferecendo-lhe um ramalhete de rosas.
No dia seguinte os dois homens procuraram o bispo de Bérgamo e contaram-lhe o acontecido. Deram ao bispo a quantia para a construção da igreja e ainda um valor para a construção de uma capela, no lugar onde a luz havia aparecido.
O Papa Martinho V dedicou o santuário à Nossa Senhora das Rosas. Sua festa foi fixada no terceiro domingo depois de Pentecostes, pelo Papa Leão XIII.
OREMOS:
Senhora das Rosas, vós iluminastes os caminhos dos comerciantes rumo à cidade de Bérgamo. Hoje, muito precisamos de vossa luz no nosso caminho. Estamos perdidos diante das urgências desse mundo e de tantas coisas que nos afastam do caminho de Deus. Quantas tempestades da vida nos atormentam e nos tiram da estrada, Mãe! Precisamos da tua luz, para que assim encontremos o caminho de Cristo, renunciemos ao pecado e às más inclinações, próprias de quem está perdido. Ajuda-nos na caminhada.
Nossa Senhora das Rosas, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
ADUCCI, Edésia. Maria e Seus Títulos Gloriosos. São Paulo: Ed. Loyola, 2003.

ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

terça-feira, 4 de julho de 2017

185º dia, Nossa Senhora de Aires


Por Deiber Nunes Martins
A devoção a Nossa Senhora de Aires começou na vila portuguesa de Viana do Alentejo em meados do século XVIII. Algumas lendas e histórias são contadas sobre esta devoção mariana. Uma delas é a que diz que o surgimento de Nossa Senhora de Aires deu-se por meio de um voto oferecido por comerciantes em agradecimento pela proteção de Nossa Senhora contra uma terrível epidemia que tomou conta da região. Como o pedido feito à Virgem Maria foi prontamente atendido, os comerciantes passaram a comemorar nos anos seguintes aquele dia expondo seus produtos em grandes feiras populares que reuniam pessoas da região de Évora e das regiões circunvizinhas cada vez em maior número.
Outra versão da conta de que após a expulsão dos mouros daquela região do Alentejo, um lavrador teria encontrado uma imagem de Maria dentro de um pote de barro. E esta imagem teria sido incorporada à igreja de Viana do Alentejo.
Mas a versão que mais chama a atenção sobre Nossa Senhora d’Aires vem da história de Martin Vaqueiro um rico lavrador da região que possuía em suas terras uma considerável criação de gado. Certa vez, os trabalhadores de Martin passaram a observar que num determinado momento na madrugada os bois saíam sozinhos do curral para pastar e aos primeiros raios do alvorescer, retornavam para o curral. Contaram o fato ao patrão, que curioso, resolveu montar acampamento junto ao curral para descobrir o que estava acontecendo. Acabou pegando no sono e em sonho viu a própria Virgem Maria que lhe explicava ser ela a soltar os bois no campo durante a noite e a juntá-los no início da manhã. Disse ainda a Virgem Maria que assim como ela cuidava dos bois, cuidaria de quem lhe construísse uma capela naquela região.
Martin aceitou a proposta mas apesar de ter muitas posses precisou vender parte de seus bois para poder honrar com seu compromisso. Quando o fez, foi recontar o gado no pasto e viu que lá estava a mesma quantidade de gado que ele tinha antes de fazer o negócio. Entendeu então Martin Vaqueiro tratar-se de um milagre de Nossa Senhora.
O nome Nossa Senhora de Aires vem de Arês ou Ares e está ligado ao nome da região onde o fato se passou.
OREMOS:
Nossa Senhora de Aires, olhai pelo homem e a mulher do campo. Cada vez mais, com a mecanização do campo, o homem tem deixado seu ofício de cuidar da agricultura e pecuária e se mudado para as cidades onde vive em situação quase que de indigência. Favorecei oh Mãe, a Agricultura Familiar que gera empregos e significado à vida do homem do campo. Fazei com que o meio rural possa voltar a ser atrativo e que o homem não precise sair de sua roça para tentar a sorte nas grandes cidades.
Nossa Senhora de Aires, rogai por nós!

REFERÊNCIAS:

Blog “Alcáçovas” disponível em http://alcacovas.blogs.sapo.pt/177129.html acessado em 05 de dezembro de 2016, as 16h35min.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

184º dia, Nossa Senhora de Valfleury


Por Deiber Nunes Martins
A aparição de Nossa Senhora em Valfleury fez com que por volta do ano 800, fosse construídoo santuário considerado o “irmão menor de Fourvière. Numa rocha conhecida como “Assento da Virgem”, um pastor encontrou uma pequena imagem da Mãe de Jesus. A partir dali, surgiu esta devoção mariana.
Daquela aparição no século IX, foi esculpida em madeira de faia uma imagem de Nossa Senhora sentada com o Menino Jesus em seu colo. Uma escultura em estilo bizantino. No final do século XVII, o santuário de Nossa Senhora de Valfleury foi passado aos cuidados dos padres Lazaristas.
OREMOS:
Santa Maria de Valfleury, sede em nosso favor! Abençoai vossos filhos, oh Mãe, livrando-os das armadilhas de satanás. Desatai um a um dos nós que nos prendem à vida velha e guiai-nos num caminho de conversão permanente e plena. Sabemos que o tudo que podemos oferecer em vossa honra e glória, ainda é pouco diante de vossa bondade.
Conduzi nossas vidas, de acordo com a vontade de Deus. Fazei com que em tudo busquemos o amor do Pai como maior dos ensinamentos e assim, saibamos lidar com as angústias dessa vida. E assim confiarmos na Misericórdia do Pai, para alcançarmos a Glória Celeste.
Nossa Senhora de Valfleury, velai por nós!
REFERÊNCIA:

ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

domingo, 2 de julho de 2017

183º dia, Nossa Senhora de Garabandal


Por Deiber Nunes Martins
Apesar de ainda não serem reconhecidas pela Igreja, as aparições de Nossa Senhora em Garabandal são essenciais para o fortalecimento da fé e o engajamento das pessoas à ordem que Cristo nos deu de orar e vigiar. Garabandal é um pequeno e afastado povoado, nos Montes Pirineus, na Espanha, cuja cidade mais próxima é Santander, no golfo da Gasconha.
Em meados de junho de 1961, as meninas, Maria Concepción Gonzalez, a Conchita, de 12 anos; Jacinta Gonzalez, também de 12 anos; Maria Dolores Mazón, a Doli, de 12 anos e Maria Cruz González Garrido, de 11 anos, avistaram uma figura belíssima, que era o Arcanjo Miguel. Assim como em Fátima, aquela aparição foi como uma preparação para os dias que viriam e o momento que teriam com Nossa Senhora. Numa noite de domingo, por volta das oito e vinte da noite, estavam as meninas pegando maçãs no quintal de um vizinho quando foram tomadas de um profundo remorso e sentiram o regozijo do demônio à sua espreita. As meninas então jogaram pedras à esmo, no intuito de espantar o maligno, quando ouviram um forte trovão. Assustadas, foram surpreendidas quando uma delas, Conchita, lhes mostrou o Anjo bem diante delas. Ficaram em êxtase.
Cerca de quinze dias depois, em um domingo, 2 de julho, as meninas se deslocaram para o lugar onde haviam visto o anjo e lá, encontraram Nossa Senhora. A Virgem lhes apareceu por diversas vezes ao longo dos quatro anos seguintes. E em uma dessas aparições, Maria deixou uma importante mensagem à humanidade.
Esta mensagem, tida como “O Aviso”, alerta as pessoas para o momento onde todos os homens terão uma importante revelação interior e lhes será possível fazer um severo exame de consciência, com o firme propósito de conversão. Num segundo momento, um grande milagre aconteceria à toda a humanidade. E no terceiro momento, o ceticismo dos homens seria duramente castigado.
A Igreja não reconhece as aparições de Garabandal, mas ainda não as refutou, dada a grandiosa devoção daquele povo que desde então, reúne-se diariamente para as orações do Santo Terço e do Ofício de Nossa Senhora.
OREMOS:
Maria, Mãe de Garabandal, rogai por vossos filhos os crédulos e também os incrédulos. Fazei com que o homem tenha um novo olhar para o Sagrado e este olhar, seja despido de preconceitos e desconfianças. Abençoa, oh Mãe, o povo paupérrimo de Garabandal, assim como todos os povoados humildes que se apegam à fé com mais ardor que àqueles que a tudo possuem.
Nossa Senhora de Garabandal, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
AQUINO, Prof. Felipe. Garabandal: Sim ou Não, publicada no site da Editora Cléofas, disponível em http://cleofas.com.br/garabandal-sim-ou-nao-eb/, último acesso em 30 de junho de 2017 às 11h32min.
ROMAN, Ernesto N. Aparições de Nossa Senhora: Suas Mensagens e Milagres. São Paulo: Ed. Paulus, 2015.
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.

Site “Últimas e Derradeiras Graças”. Disponível em http://www.derradeirasgracas.com/4.%20Apari%C3%A7%C3%B5es%20de%20N%20Senhora/Nossa%20Senhora%20em%20Garabandal.htm, último acesso em 30 de junho de 2017 às 11h30min.

sábado, 1 de julho de 2017

182º dia, Nossa Senhora de Madhu

Por Deiber Nunes Martins
O santuário dedicado a Nossa Senhora de Madhu está localizado à região norte do Sri Lanka. Com mais de 450 anos, esta devoção teve seu destaque maior durante o período de guerra civil enfrentado pelo Sri Lanka, antigo Ceilão.
A Virgem Maria então surgiu àquele povo sofrido, como um fio de esperança diante da tirania do governo. Trazida pelos missionários portugueses a imagem de Nossa Senhora do Bom Conselho reunia diante de si milhares de devotos e proporcionava um momento de reconciliação e paz entre os povos.
No entanto, a paz não caminha sem a guerra. Visando interromper a expansão portuguesa em seus territórios o rei Jaffna, do Ceilão, nome antigo do Sri Lanka, mandou exterminar todos os cristãos da ilha. Foram mortos mais de 600 cristãos, por volta do ano de 1544. Os que conseguiram escapar, esconderam-se no mato e ali fizeram um pequeno lugar de oração, onde depositaram a imagem de Nossa Senhora.
Algum tempo depois, uma nova perseguição foi feita contra os católicos. Por volta do ano de 1656, calvinistas vindos da Holanda, iniciaram uma terrível perseguição contra os cristãos católicos, que durou por cerca de 14 anos. Fugindo da morte, os católicos se esconderam em Maruthamadhu, onde mais tarde construíram um santuário a Nossa Senhora. Em 1687, São José Vaz, vindo de Goa, impulsionou no Sri Lanka a retomada do catolicismo. E a cidade de Madhu, tornou-se um centro de peregrinações.
Em 1924, o Papa Pio XI coroou a imagem de Nossa Senhora de Madhu, num gesto de reconhecimento da Igreja por sua proteção ao povo do Sri Lanka. No final do século passado, de 1983 a 2009, o país sofreu novamente o flagelo de uma guerra civil. Mas a região de Madhu tornou-se uma região desmilitarizada, onde peregrinos poderiam visitar e se instalar, fugindo dos horrores da guerra.
As negociações de paz foram travadas e pela intercessão de Nossa Senhora, a guerra deu lugar a paz. Por conta disso, o Papa Francisco ao visitar o Santuário de Nossa Senhora de Madhu em 2015, disse que Maria guia o Sri Lanka para uma plena reconciliação dos povos. Não é a toa que todos os anos peregrinam ao santuário, católicos, hindus e muçulmanos. Nossa Senhora de Madhu é considerada a conselheira da paz.
OREMOS:
Nossa Senhora de Madhu, olhai pelo povo cristão. Afastai de nós a intolerância e o egoísmo, para que possamos em tudo dar graças ao Senhor e servir a Ele com harmonia e santidade. Afastai de nosso meio os horrores das guerras e permita-nos ser instrumentos da Paz de Nosso Senhor.
Nossa Senhora de Madhu, rogai por nós!
REFERÊNCIAS:
FELIX, Fernando. Virgem de Madhu, Conselheira da Paz. Artigo publicado no site “Além-Mar, visão missionária. Disponível em http://www.alem-mar.org/cgi-bin/quickregister/scripts/redirect.cgi?redirect=EuykVFpuypbBsNNbKV, acessado em 29 de junho de 2017 às 16h36min.
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.


sexta-feira, 30 de junho de 2017

181º dia, Nossa Senhora de Montagnaga

Por Deiber Nunes Martins
“Maria, Jesus, ajudai-me!”, foram essas as palavras de súplica de Domenica Tarza, quando na cidade de Montagnaga, no Alto Ádice na Itália, as ovelhas que pastoreava se agitaram e saíram em disparada, sem que a jovem pastora as pudesse controlar. Imediatamente à súplica, a Virgem Maria lhe apareceu dizendo que a ajudaria. Disse também a Mãe de Jesus, que Domenica havia prometido ir ao Santuário de Nossa Senhora do Caravaggio e que não era preciso, bastando apenas ir à festa da Ascensão de Cristo na capela de Sant’Ana em Montagnaga e rezar diante da imagem da Virgem do Caravaggio lá depositada.
A jovem foi obediente à Virgem e no domingo, dia da festa, foi até a Capela de Sant’Ana, conforme lhe fora orientado. Enquanto Domenica rezava, a Virgem Maria apareceu-lhe belíssima e lhe disse:
“Eu sou Maria, a Mãe do Senhor. Suplico-te que fales dessa aparição ao padre do lugar. Não tenhas medo. Não te acontecerá nada de mal. Eu estarei contigo. Em meu nome deves comunicar que em cada ano, neste dia, seja celebrada uma festa”.
Domenica fez conforme lhe fora pedido. Mas poucos acreditaram nela. E o padre, mostrou-se bem desconfiado da história que a pastora de ovelhas lhe contara.
Nossa Senhora então tornou a aparecer à Domenica, dizendo:
“Eu escolhi este lugar como trono da minha misericórdia. Quem vier rezar aqui com fé não retornará para casa com as mãos vazias. Interesse-se para que seja construída uma espaçosa igreja para os meus devotos, que virão em grande número”.
Finalmente, em 1730 o padre e a comunidade local deram crédito à Domenica e o Santuário foi construído, sendo inaugurado em 1750.
OREMOS:
Virgem de Montagnaga, que em nossa casa, faça-se vossa morada. Que a vossa misericórdia, a Misericórdia do Senhor, seja nossa confiança e nosso penhor, diante de tanta inconsequência e tanta falta de perdão entre vossos filhos, meus irmãos. Ajudai-nos a sermos mais cordiais uns com os outros e cheios de misericórdia e compaixão. Que paremos de olhar o irmão com olhar de juiz e com preconceito, mas que possamos conviver em harmonia e santidade, pois só assim é que poderemos fazer neste mundo a Civilização do Amor, que Cristo tanto espera.
Nossa Senhora de Montagnaga, velai por nós!
REFERÊNCIAS:
ROMAN, Ernesto N. Aparições de Nossa Senhora: suas mensagens e milagres. São Paulo: Ed. Paulus, 2015.
ZANON, Frei Darlei. Nossa Senhora de Todos os Nomes: Orações e História de 260 Títulos Marianos. São Paulo: Ed. Paulus, 2014.
Site Derradeiras Graças – Obra do Espírito Santo, disponível em http://www.derradeirasgracas.com/4.%20Apari%C3%A7%C3%B5es%20de%20N%20Senhora/Nossa%20Senhora%20em%20Montagnaga.htm, acessado em 29 de junho de 2017 às 11h50min.